Crónica invitada # 2: "Palimpsesto Crítico e Panfletário"


Tal como ayer, hoy tenemos otra crónica en portugués de mi autoría, perteneciente a la misma serie de las crónicas realizadas para el curso de "Crónicas Brasileiras" del Instituto de Cultura Brasil Venezuela.

Espero la disfruten.


“Manifesto" (Palimpsesto crítico e panfletário)


Caros colegas e caros amigos, caros embaixadores, membros do corpo diplomático, membros da igreja católica apostólica e romana na Venezuela: Caro Nuncio Apostólico, caros arcebispos, caros bispos, caros padres, caros membros miúdos da igreja; caros ministros, caros membros da ONU, da UNESCO, da OEA, da UNASUL, da CELAC, da ALBA, da CARICOM, do PETROCARIBE, da UNASUL (Já disse UNASUL, nao disse?) caros membros da UE, caros membros da NATO, caros membros da UAN, caros membros da Liga Árabe, apreciadíssimos membros do Pentágono, da CIA, do FBI,  da KGB, da Mossad, do SEBIM, da PIDE, do Servicio Secreto Argentino (pelo nome em espanhol), membros do G2 cubano, caro senhor Julian Assange, caro senhor Edward Snowden, caro Joseph Manning membros de qualquer corpo de inteligencia ou de burrice e estupidez, caros membros das ONG's mais conhecidas, como Greenpeace, Save the World, AA, Wildlife, UNITAS, CARE, caros membros dos partidos políticos de esquerda, da direita, da centro esquerda, da centro direita, da esquerda radical, da direita radical, os verdes, os azuis, os vermelhos, os amarelos, os negros, os brancos; caros membros da nossa equipa nacional de futebol, da selecção de baseball, da equipa de basquete, da equipa de andebol, da equipa de ragbi, da equipa de cartas e da equipa das equipas, caros vizinhos chatos e amigáveis, caros senhores e caras senhoras presentes cá neste dia tão especial. 

Queria dar este introito para este manifesto.

Se este é um manifesto, deve respeitar as formas certas e as formas apropriádas para ser um manifesto. 

Todos os manifestos devem seguir uma estrutura clássica, isto é, devem levar um introito (palavra engracada esta de introito, nao é?). A seguir, entao, devia vir o corpo do manifesto, onde, nomeadamente, o autor é capaz de abrir e explicar os seus pontos de vista, quer dizer, que aqui que deve "Manifestar" a mensagem que deseja ser comunicada.

Deste manifesto, já é a vez do Manifesto, per se...

Eu, Enrique de Sá, caros amigos e personagens dantes mencionadas, quero, a través deste manifesto, manifestar, sendo esta redundância válida e se os senhores me permitirem a transgressão, quero, se novamente é permitido repetir, manifestar a minha vontade de não querer manifestar coisa alguma.

Muito obrigado,


Enrique de Sá

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